sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Por que amamos Dexter Morgan pela manhã?


‘‘Antes que a familiaridade possa se tornar consciência, o familiar deve ser retirado de sua capacidade de ser imperceptível [...] No entento, por vezes recorrentes, modestas, vulgar que seja, será rotulado como algo diferente.’’
A citação acima de Bertold Brecht é um excelente ponto de partida para analisar a rotina de ‘‘Dexter’’. Testa pequena sequência pega a rotina matinal do personagem principal e a transforma em algo extremamente incomum por adicionar novas camadas de significados e expandindo seu significado além do literal em ideológico, estético, hermenêutico e mesmo em reinos ontológicos. Nós dissecaremos esta pequena sequência dentro de camadas de significado, mas nós relataremos nossas descobertas ao público, e como o espectador é afetado ao assisti-la. A busca é para procurar a resposta para a simples pergunta: ‘‘Por que a abertura da série é tão atraente ao espectador?’’
A Rotina Matutina
Antes de aprofundar na forma e estilo da abertura, é bom explorar a escolha da ‘‘rotina matutina’’. Parece que a rotina da manhã tem sido uma metáfora favorita para a caracterização da cultura ocidental. Geralmente, no inicio do filme, essas sequências mostram uma montagem americana (uma versão temporalmente comprimido) do ritual matutino (Beleza Americana, ligação perigosa, O Show Deve Continuar, The Truman Show). Na maioria dos casos a proposta dessas sequencias é puramente expositiva: para descrever a personalidade do personagem principal, seu estilo de vida, ambiente doméstico, e o mais importante, o estado psicológico, que é significativo para o enredo principal.
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Por que a rotina da manhã é, em geral, tão popular como um dispositivo de narrativa? A primeira resposta é evidente: o espaço e ambiente, assim como as próprias ações, são extremamente intimistas e são mantidos fora da esfera do público, então leva o público o mais próximo possível do personagem. Além disso, o personagem se torna objeto de empatia. Nós, o público, começamos a ter sentimentos por ele sem saber da história atual. Essa repentina aproximação é reforçada por um complexo de culta não insignificante da nossa parte: Como espectadores, ganhamos um acesso exclusivo a um espaço e tempo que seria inaceitável a nós, caso estivéssemos nessa situação. Sentimos como um intruso. Nós queremos ser voyeurs1, mas ao mesmo tempo não iríamos querer ser objeto de vista de ninguém. Além disso, estamos à posição numa posição segura e privilegiada de observadores nesse ambiente intimativo. Não podemos ser expostos, mas o personagem é exposto a nós, o que nos dá um grande controle. Os espaços mais íntimos (chuveiro, banheiro), do qual não há espaço imediato para fugir do nosso olhar sem misericórdia, e o lugar de semi-nudez do personagem, os deixam em uma posição extremamente vulnerável. Nosso poder repentino sobre eles nos fazem simpatizar com eles.
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A segunda resposta para a pergunta ‘‘por que a rotina da manhã’’ é que ela nos alimenta com uma enorme quantidade de informações intelectuais sobre o protagonista: idade (percebe-se pela textura de sua pele), gênero, ética, cultura (pela escolha da comida), geografia (pelo mosquito – mosquitos são típicos de ambientes quentes perto da água; pelo brilho externo e as roupas que ele está vestido), período histórico, constituição física, tendências comportamentais, traços do caráter e até mesmo motivos da narrativa (pelos respingos de sangue).
O terceiro motivo para usar a rotina da manhã é um pouco mais complexo. É o primeiro estágio do dia. É o primeiro passo da nossa consciência diurna, e é, geralmente, percebida como uma transição do dormir para o acordar. Assim, em Dexter, a rotina matutina não constitui o início de sua história, mas sim o início de uma nova consciência para o público: Uma entrada em uma nova realidade.
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Um limiar para uma realidade diferente
Em um texto intitulado "Sobre algumas funções da Literatura" Umberto Eco espirituosamente observa que as histórias de ficção constituem uma verdade inquestionável. As afirmações como "O Superman é o Clark Kent", "Sherlock Holmes toca violino", "Dexter ama o sangue", não precisam de nenhuma prova de sua veracidade. Assim, diferentemente de personagens históricos reais e das leis científicas, que estão constantemente sujeitos à interpretação e revisão, personagens de ficção e os mundos são como são escritos. Não há dúvidas sobre isso. Além disso, diretores e roteiristas constantemente externam nossos mais íntimos desejos, sonhos, pesadelos e medos sobre a tela, e criam uma "realidade fictícia", que é e parece muito mais real do que a nossa realidade externa, como Slavoj Zizek, o filme famoso(?) filósofo e psicanalista, disse. Geralmente atribuída ao cinema, essa escura realidade alternativa que expõe o anormal, o imoral e o tabu, está pouco a pouco entrando em séries de TV nas últimas décadas. Por exemplo: "Twin Peaks", "Lost" e "Dexter".
Como o público consegue lidar com essa realidade incontestável de ficção que tem o poder de dominar o nosso senso ontológico, fazendo-nos questionar quem somos e o que é real? Como lidamos com uma questão imoral? Como podemos justificar não só assistindo, mas se sentindo atraído por um serial killer? Por que nós não queremos que ele seja pego quando ele sai para sua matança? Os produtores são irresponsáveis ao mostrar esse derramamento de sangue e essa violência? E os telespectadores, por sua vez irresponsáveis por se sentirem atraídos por um assassino? É aí onde a abertura de Dexter é bem-sucedida na criação de uma transição bem suave, para o espectador, de uma realidade para outra. Tecnicamente, esta sequência do título é um paratexto, ou seja, nenhuma das partes do nosso mundo não-ficcional, nem parte do mundo ficcional de Dexter (em comparação com as capas dos livros e prefácios / epílogos de um romance). O uso destes parênteses geralmente, que tem facilitado a mediação complexa entre texto, autor e leitor (especialmente quando tais temas complexos como em Dexter são retratados), e da introdução paratextual de Dexter conseguiram isso sem problemas introduzindo, suavemente, o espectador para um mundo com morais diferentes, estéticas diferentes e diferentes emoções.
Não sendo parte da narrativa real, essa sequência de curto prazo não incluirá qualquer parte da trama, mas é uma simples exposição, preparando o espectador a entrar em uma realidade diferente Um conteúdo sábio estabiliza o espectador em seu espaço. Estilisticamente, introduz o tom do show. Afetivamente, cria-se um certo humor e estado de espírito que nos faz aceitar e apreciar os elementos moralmente ambíguos da história. Estruturalmente, são as micro-narrativas em si, que revelam ainda mais sobre a personalidade de Dexter.
Um curta-metragem em seu próprio direito
Uma razão pela qual esta curta abertura do seriado é tão atraente e não podemos deixar de vê-la com o episódio inteiro é o seu significado ritual, que se assemelha aos rituais de matança de Dexter. Esta serialidade repetitiva nos leva um passo mais perto do próprio serial killer Dexter, nos transformando gradualmente em consumidores em série² dessa sequência.
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Além disso, olhando para esta série de cenas como uma narrativa fechada revela alguns padrões interessantes de evolução e desenvolvimento, além da rotina matinal no seu sentido literal. Em um nível subtextual esta narrativa mostra um pouco, gradualmente, da afinidade de Dexter com sangue e matança. Serve quase como um prelúdio para o seu último afeto, que se manifesta com as cenas de matança na história real. A sequência começa com Dexter inocentemente matando um mosquito e sorrindo com o sangue da picada. Continua com ele se barbeando e se cortando (não vemos o corte real, só o sangue), desmanchando um ovo e o presunto do café da manhã, pressionando a máquina de café e espremendo uma laranja vermelha³. No final, ele amarra os sapatos e coloca em sua camisa. A mise-en-scène4 e edição revelam a aglomeração de sua rotina de matar: a afinidade de sangue (mosquitos, barba, gotas de sangue), comportamento violento> (comer seu café da manhã)> matando realmente (amarrando seus sapatos – estrangulando sua vítima)> envolvendo o cadáver no plástico (colocando a camiseta). A violência e a verdadeira natureza de Dexter são gradualmente expostas. Esta progressão sutil é sublinhada por um padrão adicional: a omissão inicial das suas mãos realizar os cortes e a revelação lenta de suas mãos como o verdadeiro agente da ação que culminou com a super-enfatização de seus laços.
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Outro padrão de desenvolvimento é a revelação gradual do rosto e do corpo de Dexter. A face de Dexter é constantemente obscurecida pelas sombras, tamanhos pequenas cenas ou flash, até que finalmente seja revelada no último close-up e, em seguida, seu corpo também se revela em uma cena, quando ele sai de seu apartamento. Esta revelação do quebra-cabeça é realmente uma analogia inteligente para o enredo principal, que se desdobra como um quebra-cabeça em cada estação.
Outro aspecto a destacar a independência desta sequência da narrativa principal é a música. A música da introdução de Dexter é usado quase exclusivamente para essa sequência, raramente no enredo. Um exemplo raro é quando Dexter é inocentado dos assassinatos na 2 ª temporada, permitindo-lhe voltar à sua rotina de matar, assim, restabelecer seu equilíbrio inicial. Não é só a mesma música, mas também fotos semelhantes são usados para a cena. É um exemplo inteligente de a introdução tornar-se um dispositivo de referencial para a narrativa principal.
Usar referências, padrões e motivos é uma estratégia permanente na série de televisão para transformar o público de observadores passivos em participantes ativos, e assim garantir os telespectadores fiéis. Essas táticas estimula nossos sentidos e desencadeia uma série de processos cognitivos. Isso funciona não só com o conteúdo, mas também com o tratamento estético do conteúdo.
Uma multiplicidade de estímulos estéticos
A introdução de Dexter nos prepara para um mundo com uma estética diferente, uma realidade cujo tratamento formal e estilístico é o que nos faz compreender a moralidade de forma diferente na vida diária. Paradoxalmente, a abertura da série é o clímax de estimulação áudio-visual e engajamento. No entanto, esta parece ser necessária, pois assim podemos abandonar qualquer resíduo sensual e cognitivo do mundo exterior. Este processo curto, mas eficiente ocorre em uma gama de diferentes níveis epistemológicos: consciente, subconsciente, intelectual e emocional.
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Por outro lado, a linguagem visual constitui uma justaposição permanente de opostos elementos gráficos, que ativamente reconhecemos. Uma variedade de motivos visuais são introduzidos e reutilizados em contextos diferentes, com diferentes objetos. Este constante processo de referenciação e redefinindo os motivos principais da série nos coloca em uma estética e ideológica mentalidade diferente. Em primeiro lugar, existe uma opção constante de composições horizontais para verticais, seja indicado pelo arranjo dos adereços ou o eixo da ação. Então, há a alternância de tamanhos de fotos: ECU (close-up extremo) - CU (close-up) - ECU - CU textura, etc. A tela oscila entre as formas retas e circulares (mancha de sangue na pia - textura do presunto - frigideira - faca - café - cor de laranja vermelha - do fio dental, etc.) Os elementos do "corte", "punhalada" e de "estrangulamento" (três ações recorrentes no M.O.5 de Dexter) são metaforizados através de linhas retas que cruzam formas circulares (faca - presunto / ovo / laranja sangue, fio dental - dedo / pia / boca, laço de sapata - furo do laço). Além disso, há uma interação lúdica entre as cores vermelha e branca (pia - sangue, ketchup - ovo frito, laranja sangue - do fio dental, etc.) Depois, temos o contraste do espaço e como Dexter interage de forma diferente com seus dois principais ambientes: interior e exterior. Interior, ele é submetido à sua afeta; exterior ele é calmo e controlado. Em termos psicanalíticos, pode-se dizer que enquanto ele estiver dentro de seu apartamento, o "Id"6 o domina, uma vez que ele está fora do "superego"7 controla-lo. A mudança no tamanho das cenas de dentro para fora do ritmo de edição (mais> maior) e (> errático longo take) suporta esse argumento.
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Maior estimulação é conseguida através do uso de close-ups: Em primeiro lugar, cria-se constantes saltos visuais que simbolizam o conflito interno do personagem principal (o prenúncio da história). Em segundo lugar, os close-ups criam um estado de espírito abstrato, claustrofóbica e quase sinistro, obscurecendo o caráter e no espaço, refletindo uma das principais motivações da diegese Dexter: mantem seus afetos e sua verdade escondida do público. Por uma questão de interpretação mais este ponto, o tom claustrofóbico do visual poderia ser visto como uma referência narrativa prenunciando a 2 ª temporada quando a investigação parece atrair cada vez mais perto para Dexter como o principal suspeito até um ponto em que Dexter não tem para onde correr e se esconder. Ele parece ser, literalmente, "enquadrado".
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Em terceiro lugar, a ultilização de close-ups extremos fetichiza o conteúdo das fotos, fazendo a plateia serem perversamente atraídos para o sangue espirrando, cortando a carne e, finalmente, estrangulando até a morte. O conceito de fetiche através de cores fortes e cenas estreitas é uma reminiscência de anúncios, que também têm um período de tempo muito limitado para atrair e convencer. Outra metáfora na publicidade é "sexo": sem dúvida, o jogo anteriormente citada entre linhas retas e círculos tem uma reminiscência implícita ao ato sexual, virando obsessão de Dexter em um instinto básico humano justificável. Quando se relaciona com o enredo principal, ele também explica como substitutos de Dexter sede de sangue seu disco sexual masculino. Nosso fetiche para os elementos gráficos nesta sequência nos coloca um passo mais perto de Dexter e seu fetiche por sangue e matança. O quarto benefício de close-ups está em um envolvimento cognitivo através visualmente omitir partes do objeto enquadrado pela câmera. Assim, de acordo com a lei da teoria da Gestalt8 de encerramento, o espectador é forçado a imaginar o quadro e completar o quadro maior. Este é outro paralelo inteligente de profissão forense Dexter.
Ironia através estilização
Outro estratagema os produtores usam é a "ironia". Ela nos permite justificar o que estamos assistindo e o fato de que estamos gostando do que estamos assistindo. A forma e o estilo do show inteiro, mais especialmente a abertura dos episódios, estão longe de realismo. A narrativa (enredo), a música de alta-chave, o jogo de câmera quase surreal e o uso de cores fortes e contrastantes criam um artifício que é claramente auto-referencial e irônico. No entanto, isto não contradiz a lógica narrativa de Dexter, nem o nosso compromisso com ela. Considere, por exemplo, a ordem crono-lógica da rotina matinal, que é justamente sacrificado para a lógica estética e narrativa: a barba não faz sentido como Dexter nunca é bem barbeado; comer o presunto e ovos separadamente, e, em seguida, preparar o café e suco não é o comum; amarrar os sapatos antes de colocar uma camisa não é usual. No entanto, não notamos essas coisas, mas sim as aceitamos como normal. Voltando a Eco e a teoria de Zizek, um mundo totalmente diferente, mas plausível e inquestionável de ficção que nós aceitamos e gozar é criado. Indiscutivelmente, ele ainda se sente mais real devido ao estímulo constante sensoriais e cognitivas.
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Esta estética hiper-real é absolutamente necessária para expor os traços da personalidade de Dexter e nos motiva para que nós de alguma maneira aceitemos e nos simpatizemos com ele. Como diz Brecht na citação acima, "os familiares devem ser despojados de sua imperceptibilidade a fim de elevar a nossa consciência disso." No caso de Dexter, temos um exemplo incomum de anamorfose: só por ser colocada em pontos de vista mais conceituais e oblíquos (através da forma e estilo), podemos ver através da fachada de Dexter, aceitar suas motivações internas e, finalmente, perdoar os seus crimes.
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O fato de que a estética de Dexter é tão auto-referencial significa também que a intervenção do autor torna-se mais palpável. Câmera e edição, por exemplo, tornam-se aparatos conscientes e, portanto, índices claros para o cineasta. O estilo realista da novela clássica, onde o olho da câmera é o olho do público, não existe mais. Nós, o público, já não temos um ponto de vista onisciente, pulando de um lugar para outro secretamente observando histórias paralelas e conhecendo mais de caracteres individuais. Retomando o ponto anterior sobre o poder, nosso poder é parcialmente entregue ao autor e do personagem, que decidem se nós temos a introspecção e quando. Esta diminuição do poder irônico do espectador é ainda enfatizada quando Dexter olha diretamente para a câmera para o fim abertura. Quebrando a quarta parede através de uma resposta diretamente conosco, que prossegue durante todo o show com Dexter narra voice-over9, nos colocando em uma posição mais desconfortável, criando uma experiência mais imprevisível e dinâmica de visualização. Ele também nos coloca um passo mais perto de uma experiência verdadeiramente cinematográfica, na qual estamos sujeitos ao controle completo do autor. Dexter usa muitos códigos cinematográficos em forma de história e estilo, convertendo o alcance limitado da televisão para a grandeza emocional de uma sala de cinema.
SOBRE O AUTOR
Catalin Brylla é um cineasta britânico, editor de cinema e professor. Sua experiência prática é de documentários e de ficção curta. Elo dá aula de produção cinematográfica e teoria do cinema na Universidade de Newport e várias outras faculdades, em Londres. Você pode encontrar mais sobre ele em seu site: www.catalinbrylla.com ou contatá-lo em cbrylla@yahoo.com.
Referencias:
1- Voyeur - é quem pratica voyeurismo, que consiste num indivíduo obter prazer através da observação de outras pessoas.
2- A brincadeira de ‘consumidores em série’ (serial consumers) foi tentar assemelhar-se com ‘assassinos em série’(serial killers)
3- Laranja de Sangue - A fruta, na realidade, se chama Toranja, fruto natural do continente asiático, semelhante a laranja.
4- Mise en scène é um termo usado em teatros, que se refere à encenação, no que diz respeito a movimentação e posicionamento no palco.
5- Modus operandi é uma expressão em latim que significa "modo de operação", utilizada para designar uma maneira de agir, operar ou executar uma atividade seguindo sempre os mesmos procedimentos. No caso dos assassinos em série, o mesmo modo é usado para matar as vítimas: este modo identifica o criminoso como o mesmo autor de vários outros crimesm.
6- Id - constitui o reservatório d energia psíquica,é onde se localizam as pulsões de vida e de morte..As características atribuídas ao sistema inconsciente.É regido pelo principio do prazer;
7- Superego - Origina-se com o complexo do Édipo, a partir da internalização das proibições, dos limites e da autoridade.
8- Gestalt – Teoria na psicologia que estuda a percepção.
9- OuvirVoice-over é uma técnica de produção na qual uma voz que não é parte da narrativa é usada em uma rádio, cinema, televisão, teatro ou outra apresentação. O voice-over pode ser falado por alguém que aparece em outro lugar na produção ou por um dublador especialista.Ler foneticamente Dicionário - Ver dicionário detalhado

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