sábado, 29 de outubro de 2011

Jennifer Carpenter: "Michael C. Hall é um de meus melhores amigos no mundo"

Jennifer Carpenter em entrevista para o E!Online

Como você se sente com o sucesso da série?
Eu sou grata por ser um sucesso porque, sabe, seis anos e ainda ser desafiado pelo trabalho e ter orgulho do trabalho é uma grande conquista. O sucesso é em grande parte devido aos nossos escritores. Eles são todos fodões e doidos na melhor maneira! Mas eu sinto que se eu prestasse atenção aos números e coisas assim, eu não me sentiria segura como me sinto. É como se nós trabalhassemos numa bolha, é só nosso pessoal, o nosso elenco e os escritores trabalhando junto, e você meio que esquece que as pessoas vão assistir aquilo. Então agora que ta tudo pronto e as pessoas estão começando a assitir de novo nessa temporada, é muito emocionante porque você não sabe o que vai rolar. Nós temos um elenco muito bom e eu acho que muitos de nós, na verdade acho que todos nós, viemos do teatro então todos tem uma boa ética de trabalho e todos fazem seu dever de casa. E, como eu disse, você vai pra cama na noite anterior pensando "como eu vou fazer isso?" e você chega lá e ou conversa com seu colega de cena ou com o diretor muito bom que eles tem na série. Nós todos nos conhecemos muito bem, e todos temos amizades e relacionamentos para poder tirar toda essa tensão. É muito bom, um lugar muito seguro pra trabalhar. Eu não acho que isso aconteça muito frenquentemente, então me sinto muito sortuda.

Obviamente se sinta livre pra não falar sobre isso, mas você e Michael estiveram juntos por um tempo. Isso mudou alguma coisa em termos de filmagem agora que vocês não estão mais juntos mas continuam trabalhando juntos?
Mudou alguma coisa? Sim, mas ele é e sempre será um dos meus melhores amigos no mundo. E só porque o casamento acabou não significa que o amor não está lá ainda. Nós cuidamos muito bem uns dos outros e do nosso elenco, sempre cuidamos, e eu tenho muita sorte por isso.

Quanto à questão da temporada, os fãs estão sempre ansiosos para saber se Deb irá descobrir que seu irmão é um serial-killer. Você acha que ela sabe?
Cá entre nós, eu acho que Deb sempre suspeitou de algo sombrio, como uma espécie de corrente-sombria com ele. Há simplesmente muitos buracos em sua maneira de se conectar com Deb e com outras pessoas. Então eu não acho que ela diria que ‘Ele deve envolver as pessoas em plástico e perfurar sua caixa torácica com uma faca’. Eu não acho que seja curto e grosso assim, pra ela, mas há sempre uma suspeita, e eu sinto que... Eu sempre estive lá com vocês, na audiência.”

Você é fã de Jersey Shore?
Eu assisto na academia. Eu não vou mentir. Sim, eu sou fã, é divertido meio que desligar o seu cérebro. É como entrar no carro com um motorista bêbado ou algo assim. [Risos.] Mas você está seguro, você está nos confins de sua casa ou da academia.

Deb tem, provavelmente, a boca mais suja do mundo. Você, Jennifer, xinga mais agora?  E como você fez pra desenvolver isso?
Eu xingo todos os dias, na minha cabeça. Só porque estou pensando não quer dizer que eu tenha que sair falando, mas eu fui pra casa, pra Kentucky, depois da primeira temporada, quando estávamos no hiato e acho que meu pai estava na mesa de jantar, tipo: “já chega”. E foi aí que eu vi como isso pode ser tão desinteressante. Mas durante as gravações eu não consigo evitar. Não consigo agüentar. E graças a Deus eu só estou levando isso pra minha vida pessoal, e não toda a outra parte que acontece com a Debra, tipo meu namorado sento baleado na minha frente ou meu outro namorado tentando me matar. Pelo menos isso eu consigo deixar no trabalho.

Tradução: @gabrielMont @caet_neto @tatiane_vasques
Fonte: E!Online | DexterBR
 

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