quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

I love yo-what?! | Dexter S06E11 - "Talk to the Hand"


CUIDADO
Não leia se você ainda não assistiu ao episódio 6x11 - "Talk to the Hand"

É, parece que o dia do juízo final está chegando. Não, não estou falando sobre o fim dos nossos dias neste planeta e nem sobre final dos tempos segundo o assassino mais ardiloso que Dexter já enfrentou, na minha humilde opinião. Agora o buraco é mais embaixo, e Deb que o diga.

Poucas sessões do tratamento com a Dr. “Shrink” mostraram o que parecia improvável, mas foi se desenvolvendo e dando sinais cada vez mais claros de que o sentimento de Debra por Dexter era algo que ia muito além do amor fraterno. E eu estava razoavelmente seguindo a linha de pensamento dos caboclos que escrevem a série, pois disse exatamente o que a No Name Shrink disse à Deb sobre as escolhas da tenente. Ela sempre procurava homens com os quais um relacionamento teria um fim breve, e provavelmente doloroso. Por quê?

Vejamos:
1. Porque seria uma forma de contrariar Dexter;
2. Porque ela se machucaria e, invariavelmente, recorreria a Dex, pois ele sempre foi o
porto seguro da irmã;
3. Porque ela sabia, no fundo, que os relacionamentos acabariam, mas Dex sempre
estaria esperando para aquela conversa sem julgamentos, com afago e cerveja no final
da tarde.

Só isso? Não.

Debra não escolhia somente para si as pessoas problemáticas. Para quem não se lembra, foi a policial mais desbocada de Miami quem apresentou Rita a Dexter. E ela sabia de todos os problemas pelos quais a loira havia passado com seu marido. A personagem de Julie Benz tinha um histórico bem complicado, o que fez dela o tipo perfeito para relacionamento malsucedido, mas não para Dexter, que era tão “danificado” quanto aquela que se tornou sua esposa. Só que, como todos que estão à volta de Deb e Dex, Rita também teve o seu fim. Mais uma vez o caminho estava livre para Debra continuar a desenvolver seu amor por Dex, mesmo sem saber o que se passava.

Deb se envolveu com Brian Moser (Ice Truck Killer), Frank Lundy, o músico Anton e Quinn. Um era assassino e irmão de Dexter, o outro era muito mais velho e caçava Bay Harbor Butcher, o outro era uma testemunha, e o quarto era um colega de trabalho que, para quem não se lembra, conquistou a antipatia de Dexter com o seu hábito de furtar objetos e dinheiro em cenas de crime.

Depois de tantas voltas, finalmente Debra é alertada para o que sente e reprime. Isso certamente terá impacto violentíssimo nas próximas temporadas, mas não sei como, até porque não leio a mente dos roteiristas. O que sei é que ainda teremos muita coisa inesperada por vir, e eu não duvidaria de uma aproximação diferente de Deb e Dex, ainda mais depois do que vai acontecer depois do último episódio da sexta temporada. E acho que Deb será a responsável pelo fim da vida de Travis Marshall, pois, se Dexter injetou em si o tranquilizante, alguém teria que chegar para salvar Harrison.


Quem melhor que ela para interromper a última obra do assassino do juízo final? Além de salvar a vida do garoto, ela seria a grande heroína de Miami e acabaria de vez com todas as suspeitas sobre a sua conduta à frente do Departamento de Homicídios da polícia de Miami. De quebra, ainda acabaria com a carreira de Matthews, envolvido no caso da garota de programa, o qual levaria consigo Laguerta. Será que todas essas bobagens poderão se concretizar ao final desta temporada e a partir da sétima? É o que veremos, desde que o mundo não acabe depois do eclipse.

Por: @murilo_grilo

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