quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Jennifer Carpenter na Nova Edição da Lab Magazine


Jennifer Carpenter está na nova edição da Lab Magazine. Abaixo, veja a íntegra do artigo:

Criada em Louisville, Kentucky, Carpenter é parte de uma família que a apóia, a qual o lema é “É tudo sobre o amor”, e que se tornou o lema de sua vida. E foi este apoio que a ajudou a superar seus altos e baixos na carreira de atriz. “Vim de uma família que não disse não, mas sim perguntou como. Isso me fez ser criativa.” Com esta criatividade veio o sucesso sustentado e um caloroso regresso ao lar sempre que Carpenter tem chance. “Adoro voltar pra Louisville”, ela disse. “Minha família está orgulhosa de mim e do que tenho realizado. Mas não é mais impressionante do que tudo que fizeram.”


Carpenter cresceu assistindo “The Andy Griffith Show” e “The People’s Court” com seu pai e é uma fã declarada de “The Golden Girls”, mas não foi assistindo a esses clássicos quando criança, ou uma experiência especifica que a levou a atuar. “Não sei se algo me inspirou a ser atriz mas quando provei isto pela primeira vez, senti como se fosse familiar,” ela disse. “Sei que as pessoas usam o termo “é minha vocação” em muita coisa, mas era minha vocação e ainda é.” Não é surpresa que nenhuma outra carreira foi discutida. “Nunca tive um plano B. Se nada aparecesse, eu estaria esperando tabelas e implorando por audições todos os dias, que foi exatamente o que fiz.”


De origem humilde, Carpenter começou a estudar em Juilliard antes de ir para o mundo da TV, filme e teatro. Ela interpreta a mal-humorada Debra Morgan, em Dexter, assustou o publico em “O Exorcismo de Emily Rose”, e impressionou espectadores na remontagem da Broadway de ‘The Cruciblein 2002’ de Arthur Miller. Ela lembra esta experiência de palco como o papel que “mudou o curso de minha vida”, e como o começo de sua amizade com a atriz Laura Linney. “Laura tem sido mais que uma amiga, tem sido uma mentora,” diz. “Meu relacionamento com ela tem sido valioso de maneiras incontáveis.”


Com Dexter se aproximando da temporada final, Carpenter em breve estará disponível para um mundo cheio de possibilidades. “Espero fazer um filme quando Dexter terminar. É difícil ir atrás de um trabalho quando você está trabalhando um mínimo de 13 horas por dia. Você nunca sabe onde será o proximo; só espera estar empregado.” Ela também gostaria de voltar ao teatro algum dia e compara a “tomar sua temperatura como atriz, para ter certeza de que está tomando cuidado com seu trabalho.”

E não há como negar que ela mantem seu trabalho sob um olhar atento. Quando se trata de seu “processo” Carpenter diz: “Minha filosofia é estar preparada, mais preparada que qualquer outro que esteja parado ao meu lado. Quero estar pronta e confiante o bastante para pensar rápido e estar hábil para levar a cena em uma direção totalmente diferente. O perigo neste trabalho é que as pessoas podem eventualmente começar a acomodar seu talento e ter talento é apenas um ponto de partida. São as pessoas que realmente trabalham nisso que fazem parecer perfeito.” E depois de toda essa preparação e trabalho duro, ela se sente como se tudo valesse a pena? “Penso que ainda estou procurando satisfação,” ela diz, “é por isso que me pergunto todos esses dias se atuar é um vicio. Me pergunto, ‘Tenho algo que ainda estou desejando dizer como artista?’ ou ‘Estou com medo de estar sem isso?’ Diria, porem, que estou satisfeita sempre que tenho uma audição, porque por quatro minutos, o papel é meu.”

Fonte: Darkly Dexter
Tradução: @LollipopDesease

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