sábado, 14 de setembro de 2013

Michael C. Hall Escolhe seus Sete Momentos Favoritos de Dexter

Se "Six Feet Under" foi o papel que fez a indústria do entretenimento tomar conhecimento de Michael C. Hall, Dexter é a parte que fez dele uma estrela fidedígna e deu a Showtime competitividade na programação original. Apesar do ator de 42 anos ter dito oficialmente  adeus para Dexter, que deu a ele cinco indicações ao Emmy (ele foi indicado uma vez também por "Six Feet Under"), o fim não está completo com ele.

"Estou aliviado e triste e tenho uma sensação de orgulho no que fizemos," Hall disse. "Foi assustador de um bom modo em termos de fazer esses últimos episódios. Acho que todos ficarão surpresos quando virem David Fisher acordar suando frio e perceber que Dexter foi tudo um sonho." Vamos inserir uma narração irônica de Dexter aqui. Ele estava brincando.

Da mesma forma que Dexter guardou lâminas de sangue como souvenirs de cada uma das suas vitimas, Hall pegou algumas lembranças do set de Hollywood. Ele guardou o relógio de Dexter, seu cordão da Polícia de Miami e um monte de imagens de respingos de sangue do laboratório de Dexter, embora ele não tenha ideia do que vai fazer com tudo isso.

Para manter essa nossa própria viagem nostálgica pela memória, pedimos a Hall para compartilhar seus momentos favoritos interpretando o serial killer que todos querem abraçar.
E são esses os sete momentos.... Continue Lendo para ver os Sete melhores momento favoritos de Michael C. Hall em Dexter


Respingos (1a. Temporada, "Seeing Red")
"Esse foi um episódio essencial na história da série, muito por ser o que veio a consciência de Dexter como ele chegou a ser o que era - que ele havia nascido no sangue da sua mãe, ou no mínimo, na segunda vez na piscina do seu sangue. Isso foi um tipo de jogo avançado de fingir que todos nós agimos como atores e cineastas. Nesse eu me senti interpretando como me foi exigido para fazer uma grande bagunça e desmaiar em um chão cheio de sangue falso. Isso me lembrou de quando eu fazia escorregar e deslizar no quintal quando era uma criança."

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Cabeçada (2a. Temporada, "That Night, A Forest Grew")
"É divertido interpretar uma personagem que é fisicalmente seguro e capaz e decisivo como Dexter é. Talvez eu tivesse fantasias na minha vida onde eu queria dar cabeçadas em alguém que estava parado na minha frente mas na verdade eu nunca cheguei a esse ponto. Então foi divertido. Isso é um exemplo perfeito de como Dexter, quando nos casos mais importantes, está várias jogadas de xadrez a frente dos seus adversários. Ele teve a satisfação de dar cabeçadas neles mas também a satisfação de saber que Doakes poderia retaliar de uma forma que poderia implicá-lo.
É divertido ser cobrado com a responsabilidade de interpretar quem ainda permanece calmo e tranqüilo no meio das situações pelas quais Dexter passou. Acho que fizemos tudo para ele ser capaz disso. Eu não sei se conseguiria. Quando ensaiamos sobre isso, eu lembro que da primeira vez [Erik King] veio por trás de mim e me agarrou, foi como ser atingido por um caminhão. Eu estava tipo, "Você pode acalmar o acelerador aí." Ele é um cara forte, Meu primo na verdade costuma sempre fazer graça comigo. Uma vez que Dexter e Doakes ficaram cara a cara e Dexter venceu, ele foi tipo, "Bem, eu sei que a série é totalmente de ficção porque esse cara poderia totalmente chutar sua bunda na vida real."

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Dexter se perde (3a. Temporada, "About Last Night")
"Esse é outro exemplo de reviravolta com total satisfação da minha parte. Todos nós estivemos em certos tipos de circunstâncias onde queríamos perder as estribeiras e sujar a sala. ACho que era uma fantasia para a personagem também porque isso realmente nunca aconteceu. Foi tudo uma representação do seu cérebro em ebulição. Foi legal estar apto a fazer uma bagunça e saber que alguém está indo limpar e saber que você não vai ficar em apuros."
Como na cena em que Dexter escorrega e desliza no piso de sangue, essa foi coreografada e filmada em uma tomada, com muitas câmeras rodando ao mesmo tempo.
"Devem ter mais tomadas do momento final onde eu acrescentei o grito, "Miguel!" porque era como se eu precisasse gritar algo. Senti como se o momento precisasse de algum tipo de ponto. Então nós apenas tiramos isso de lá. Mas tanto quanto o próprio jogando a cadeira pela janela, quebrando o vidro, etc, etc... era um caso de uma tomada."

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A melhor jiga do mundo (4a, Temporada, "Road Kill")
"Posso apontar tantos momentos na atuação de (John Lithgow). Mas teve aquela que foi tão simultaneamente assustadora e hilária e absurda, e de alguma forma em suas mãos, plausível - aquele serial killer sinistro que ele estava interpretando, pareceu perfeitamenre plausível que ele pudesse dançar uma pequena jiga como aquela. Para mim, foi apenas o desafio de manter uma expressão séria enquanto ele fazia aquilo tomada após tomada."

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Um tempo para as graças (4a. Temporada, "Hungry Man")
"Estávamos tontos e alegres enquanto estávamos gravando isso. Tudo era deliciosamente estranho e doloroso. Quando ele disse para sua esposa, "Cale a boca, [expressivo]. E foi tipo, Oh, Arthur. Acho que isso foi exatamente o que Dexter disse, "Oh, Arthur! Ok!" Nós apenas tivemos aquele sentimento, John  e eu rimos, da insanidade do relacionamento que estávamos exibindo. Nós realmente sentimos como se estivéssemos empenhados em filmar um dos piores jantares de feriado de todos os tempos."

Bônus: Porque os fãs amaram a primeira vez que Arthur, ou Trinity (Lithgow) cumprimentou Dexter pelo seu real nome, perguntamos a Hall sobre filmar aquela cena.

"Foi interessante a primeira vez que filmamos "Olá Dexter Morgan" - você sabe, o nome falso de Dexter era Kyle Butler. Então ele estava me chamando assim todo o tempo. E durante a primeira tomada da cena, nós ficamos em posição e ele olhou e disse, "Olá Kyler Butler." Nós dois morremos de rir. Ele acidentalm
ente me chamou pelo meu falso nome quando ele finalmente conseguiu dizer o verdadeiro."

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Dirigir seu primeiro episódio na TV (8a. Temporada, "Every Silver Lining")
"É algo que fui encorajado a fazer por vários colegas de elenco, criadores, representantes por algum tempo. Sempre tive dúvidas sobre isso porque nunca tinha feito antes e estava preocupado que não estivesse nem aqui e nem lá. Nem estar apto a fazer totalmente o trabalho de diretor ou dar o foco para o trabalho de atuar que eu de outro modo estava apto a fazer. Mas uma coisa levou a outra. A história é conhecidamente subjetiva e vista do ponto de vista de Dexter então se fazia sentido para qualquer um de nós dirigir, eu acho, fazia sentido para mim também. E certamente fez, enquanto um novato para dirigir, eu tive um real bom senso de como a série trabalha e como a nossa equipe é e como usá-la para encontrar os momentos que eu senti que precisavam ser encontrados.
Eu posso dizer que na verdade eu apreciei isso mais do que eu temia não apreciar. Foi realmente gratificante também em cenas que eu não aparecia para trabalhar com os meus colegas de elenco porque nos conhecemos muito bem e confiamos uns no outros. Foi legal apenas ter uma energia mais expansiva no set - estar lá para responder as perguntas das pessoas e estar em uma posição onde eu tinha que ser decisivo a fim de que elas fizessem seu trabalho bem. Me sinto mais aberto e disponível do que quando eu só ficava parando em um canto pensando sobre aquele serial killer todo o tempo."

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A icônica seqüência do título de Dexter: é tudo sobre o presunto!
"Eu comi muito presunto!Eles tinham um pequeno balde para cuspir então eu podia mastigar o presunto e depois cuspi-lo. Mas, inevitavelmente, eu ainda engoli mais do que eu deveria. É complicado para mim colocar comida na minha boca e depois cuspi-la. Eu queria engolir. Talvez eu não quisesse comer novamente. Você nunca sabe. Você já foi a uma degustação de vinho? Você deve cuspir. É complicado para mim.
Enquanto estávamos filmando no cenário ao lado, estávamos gravando coisas da Delegacia de Polícia, e eu só queria correr dali assim que tivesse uma folga, e fazer as pequenas partes. Mesmo que fosse colocar uma camisa ou amarrar meus cadarços ou comer presunto. E é engraçado porque tudo parecia tão apressado e casual e em segundo plano, mas obviamente se tornou para mim umas das imagens icônicas da série. Aquilo foi vivido mais perpetuamente do que qualquer coisa que eu já tenha feito em qualquer lugar. Apenas achei que era estranho, assustador, estranhamente bonito e simultaneamente mundano e intensificado. Aquilo foi uma perfeita introdução para a personagem e o mundo da série... A forma como aquele pequeno sino no final da música coincide com o pequeno sorriso e a forma como Dexter caminha para fora do seu apartamento - aquilo realmente o define de uma grande forma."

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Fonte: Dexter Daily / NBC News
Tradução: 
Paula Bezerra

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